Um amigo meu deu-me a conhecer esta música há algum tempo. Logo percebi que mexia comigo. Decidi, então, escrever uma mensagem neste blog com esta música. O problema surgiu quando percebi que não conseguia escrever. A música hipnotizava-me, sem saber porquê. Aí, finalmente compreendi: como posso escrever sobre algo indescritível? Apareceu, assim, esta mensagem sobre o amor. Espero que gostem.
Por que é que damos tanta importância ao amor? Porque é que falamos tanto sobre ele? Porque é que se escreve tanto sobre ele? Porquê o amor e não outro sentimento? Sempre gostei de escrever sobre o amor, assim como sempre gostei de ler literatura romântica ou de ver filmes românticos. O sentimento é algo que é difícil de descrever, de explicar e de entender. E o amor, então, é isso tudo ao quadrado! São imensos os filmes, são muitas as músicas, são infinitos os livros que falam sobre o amor. Mas, no fim de contas, o que é o amor? Se é um sentimento como os outros, porquê a obsessão? Primeiro que tudo, é "frustantemente" difícil definir o amor. Tudo o que conseguimos dizer são meras comparações, metáforas, personificações e hipérboles daquilo que sentimos. A expressão que mais gosto, usada para explicar o amor, é "ter borboletas no estômago". E o que é ter borboletas no estômago? É óbvio que não é uma expressão literal, mas e se fosse? E se as pessoas, quando se apaixonassem, ficassem mesmo com borboletas no estômago? Seria incomodativo? Bem, eu acho que não. Certamente quem inventou essa expressão sabia do que estava a falar. Traduzamos: borboletas são animais belos, leves, delicados, mas decididos; que se escapam entre os dedos, mas, quando menos esperamos, pousam na nossa mão; podem durar toda uma Primavera, mas também podem ficar por um ano inteiro. No entanto, antes de borboletas, são pequenas lagartas que se fecham num seu casulo e só saem quando estiverem definitivamente transformadas. Agora, vejamos: não é isto o amor? Um sentimento belo, leve, delicado, mas decidido, que se escapa entre os dedos, mas, quando menos esperamos, pousa na nossa mão? Um sentimento que se fecha no nosso pequeno casulo e só saindo quando definitivamente transformado?
Porém, o amor também dói. Apesar de belo, leve e delicado, o amor magoa, desaponta, destrói. Pode levar as pessoas a cometer as piores loucuras. "O amor é fogo que arde sem se ver". Muitas pessoas adoram esta expressão de uma maneira positiva. Eu também, só que eu também vejo o outro lado. O fogo de lareira aquece, consola, faz-nos sentir abraçados. O amor também aquece, consola e faz-nos sentir abraçados. O fogo de incêndio queima, devasta e destrói a vida de alguém. O amor também pode queimar, devastar e destruir a vida de alguém. Então, como é que o amor pode ser belo e delicado, se pode destruir? É exactamente por isto que somos quase obcecados pelo amor. É por isto que teimamos em escrevê-lo, reescrevê-.lo e escrevê-lo mais uma vez. É por causa desta dualidade e desta indefinição que o cantamos uma vez e outra. É por isto que o amor é o sentimento que valorizamos acima de tudo, porque podemos senti-lo para com a nossa família, amigos, o nosso/a companheiro/a...
Como sentimento mais importante, é óbvio que nunca o queremos perder. Basta uma oportunidade para o agarrarmos. Podemos até esperar uma vida inteira para sentir a plenitude do amor. Podemos até nem ter que esperar meia vida. Podemos até ser nós a fazê-lo. Não interessa como, mas queremos senti-lo, temos de senti-lo. "Mais vale amar e perder do que nunca ter amado" foi algo que descobri cedo. Haja o que houver na vida, aconteça o que acontecer, temos que amar. E, se, para isso, tivermos que encarar a vida de frente e aceitar o desafio, só para podermos amar alguém mesmo sem recebermos de volta, então, temos que o fazer. Temos que encarar a vida de frente e reclamar o que é nosso por direito: os sentimentos. Porque, afinal de contas, o que é a vida senão uma miscelânea de sentimentos e palavras?
Porém, o amor também dói. Apesar de belo, leve e delicado, o amor magoa, desaponta, destrói. Pode levar as pessoas a cometer as piores loucuras. "O amor é fogo que arde sem se ver". Muitas pessoas adoram esta expressão de uma maneira positiva. Eu também, só que eu também vejo o outro lado. O fogo de lareira aquece, consola, faz-nos sentir abraçados. O amor também aquece, consola e faz-nos sentir abraçados. O fogo de incêndio queima, devasta e destrói a vida de alguém. O amor também pode queimar, devastar e destruir a vida de alguém. Então, como é que o amor pode ser belo e delicado, se pode destruir? É exactamente por isto que somos quase obcecados pelo amor. É por isto que teimamos em escrevê-lo, reescrevê-.lo e escrevê-lo mais uma vez. É por causa desta dualidade e desta indefinição que o cantamos uma vez e outra. É por isto que o amor é o sentimento que valorizamos acima de tudo, porque podemos senti-lo para com a nossa família, amigos, o nosso/a companheiro/a...
Como sentimento mais importante, é óbvio que nunca o queremos perder. Basta uma oportunidade para o agarrarmos. Podemos até esperar uma vida inteira para sentir a plenitude do amor. Podemos até nem ter que esperar meia vida. Podemos até ser nós a fazê-lo. Não interessa como, mas queremos senti-lo, temos de senti-lo. "Mais vale amar e perder do que nunca ter amado" foi algo que descobri cedo. Haja o que houver na vida, aconteça o que acontecer, temos que amar. E, se, para isso, tivermos que encarar a vida de frente e aceitar o desafio, só para podermos amar alguém mesmo sem recebermos de volta, então, temos que o fazer. Temos que encarar a vida de frente e reclamar o que é nosso por direito: os sentimentos. Porque, afinal de contas, o que é a vida senão uma miscelânea de sentimentos e palavras?
"Tonight I am fighting for love again
My heart in your hand is my heart on the floor
And I know that you think that we can still be just friends
But if I can be honest, for a moment
I know that we're breaking
But if you can just take it
We're so, so close
We're staring at it
We're staring at it
We're staring at it
Please don't go
We'll get it back
Just let it pass
We can make it happen
I don't know where you're at, but when you see an exit,
You'll be headed at it
I won't go
I'm staring at it
I'm staring at the only love I know
Search for a war and you won't find peace
But I think that you think that they're one in the same
Love can't be open if past cannot be erased
So if I cant be honest, for a moment
I know that we're breaking
But if you can just take it
We're so, so close
We're staring at it
We're staring at it
We're staring at it
Please don't go
We'll get it back
Just let it pass
We can make it happen
I don't know where you're at, but when you see an exit,
You'll be headed at it
I won't go
I'm staring at it
I'm staring at the only love I know
I can't believe this
Oh no, you're actually leavin
I think that somewhere I'm bleeding
It's so close, so close, we are
We are
Please don't go
We'll get it back
Just let it pass
We can make it happen
I don't know where you're at, but when you see an exit,
You'll be headed at it
I won't go
I'm staring at it
I'm staring at the only love
We're so, so close
We're staring at it
We're staring at it
We're staring at it
Please don't go
We'll get it back
Just let it pass
We can make it happen
I don't know where you're at, but when you see an exit,
You'll be headed at it
I won't go
I'm staring at it
I'm staring at the only love I know
The only love I know
The only love I know
Yeah
Yeah
I'm staring at it
I'm staring at
Staring at the only love I know"