Que músicas já foram comentadas. . .

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terça-feira, 19 de junho de 2018

"If I Ain't Got You", Alicia Keys


    Não vou desistir de ti. Pela primeira vez, não irei desistir de alguém. Pela primeira vez, não vou desistir; seja do que for. Já houve alguns ‘alguém’, mas nenhum como tu. Sempre que nos cruzamos com alguém que nos pode fazer a pessoa mais feliz do mundo, dizemos sempre que esse ‘alguém’ é diferente de todos os outros que já tivemos antes; que esse novo e mais recente ‘alguém’ é tudo aquilo que os outros não foram. Corremos a lista na ânsia de os suplantar, como se gostar menos não fosse aceitável. E não é. Queremos sempre gostar mais, nunca menos. Como se não fosse justo para ninguém ser substituído por um ‘alguém’ que fosse menos do que o melhor.

    Por isso, desistir passa a ser aquele tipo de atitude que perdemos para o vento. Surge um novo ‘alguém’ e, de repente, temos coragem para fazer tudo; coragem para dizer que sim e coragem para dizer que não. De repente, somos os melhores na arte de trocar olhares, sem nunca realmente olharmos aquilo que queremos insistentemente ver. Como se vê-lo fosse perder o ar que respiramos! Como se olhá-lo fosse uma chuva de rosas num peito desprotegido que luta pela liberdade! A coragem de olhá-lo vai-se num ápice, como se nunca tivesse existido. Mas nós sabemos que ela estará lá para nos assombrar novamente daí a uns meros instantes.

    Queremos olhá-lo e não queremos. Queremos tocá-lo e não queremos. Queremos falar-lhe e não queremos. Queremos olhá-lo, mas não queremos que ele nos veja a admirá-lo, a beijá-lo, a tê-lo nos nossos braços, com os olhos. Queremos tocá-lo, mas temos medo que toda a sua sedução nos trespasse sem piedade, que toda a sua beleza nos engula num só trago, que todo o seu magnetismo seja demasiado forte para resistirmos. Queremos falar-lhe, mas corremos o risco de perder a voz, ao escutar a dele; ficamos com medo de quebrar todo um silêncio belo e avassalador que nos faz inspirar. Personificamos o paradoxo como se fosse a coisa mais normal do mundo, sê-lo. Porque, de repente, querer e não querer passa a fazer o maior sentido na nossa existência.

    Demasiado misterioso. É este o problema ‘dele’. Todo aquele mistério que o ilumina deixa-me completamente à nora. Sorrio como não sorria desde a primeira vez que alguma vez me senti assim; expludo aqueles sorrisos idiotas, de orelha a orelha, que traduzem absolutamente todos os meus pensamentos; por isso, forço-me para os esconder. Os meus olhos brilham com uma intensidade tal que me fazem transparecer tudo o que me vai na alma; a solução é desviar o olhar para uma parede e isso nem sempre resulta. Denuncio-me a mim mesma até na forma de andar. Quase corro pela minha vida, numa fuga que significa exactamente o contrário daquilo que eu quero fazer. Corro pela minha vida, como se o aparecimento da vergonha e da timidez dependessem da velocidade a que me distancio daquele que mais quero.

    Ai, mas aquele mistério! É ele que me faz quebrar todas estas regras! É ele que me faz olhar para trás no último segundo da minha escapadela. É ele que me faz sorrir assim que os seus olhos passam pelos meus. É ele que, num piscar de olhos, me aquece o coração e me derrete a alma, levando-me a um êxtase espiritual que nunca na minha vida experienciei. Nunca este sentimento foi tão forte! Nunca a timidez foi tão guerreira! Nunca o meu coração discutiu tanto com a minha cabeça! Nunca me deixaram assim! Nunca tive tanta coragem para escrever o que sinto por ti! E, tudo isto, sem nunca ter trocado dois dedos de conversa contigo! Quero-te tanto que até a mim mesma me surpreendo!

    Por esta altura, já tudo o resto deixou de ter importância, mas as pequenas coisas ganham um relevo assustador, capaz de mover-me o espírito. Estou calma, sempre calma, mas assim que te avisto no horizonte, uma revolução nervosa percorre-me o corpo como se tivesse sido electrocutada; uma revolução que se repete e repete e repete e repete e não tem fim. A bonança só volta a invadir-me assim que sei que não mais te verei, nesse dia. Sim, nesse dia. Porque, no dia seguinte, se voltares a aparecer, sou tomada de novo pelos tremeres incessantes, os corares impossíveis de reter, os desviares de olhar para não desfalecer com a vista e os suspirar fundo (bem fundo) dolorosamente repetitivos.

    A parte mais engraçada disto tudo é que tu não és assim tão bonito, tão escultural, tão arquétipo de homem belo e irresistível. Não és nada daqueles homens feitos por encomenda ou acabados de sair de uma fábrica instagramiana. És exactamente o contrário de um modelo de perfeição (exceptuando a tua altura, talvez). Não és louro de olhos azuis, nem tens um corpo com músculos imprescindivelmente definidos. Não tens olhos verdes e cabelos escuros como o breu, nem és um homem fotogénico. Aliás, mal mostras ao mundo os teus profundos e delicados olhos castanhos, que apenas vislumbrei uma vez. O teu cabelo encaracolado, tão ímpar, é talvez a única prova física que se destaca numa sala repleta de cabeleiras tão comuns e aborrecidas. Fisicamente, admito que podias ser tão melhor. Mas é isso que me apaixona em ti. Até o teu físico é tão discreto e, ao mesmo tempo, tão gritante, que me perco nele como em nenhum outro lugar!

    A beleza que há em ti está por dentro desse corpo que pouco se destaca. E é claramente ela que me atrai. É essa beleza que não se vê, mas que se sente, que me puxa com tal brutalidade, que me sinto a perder-me do resto mundo e a querer importar-me só contigo. Aquilo que tu tão insistentemente guardas e escondes é aquilo que eu tão intensamente vejo e desejo. Como se eu visse por dentro de ti tudo aquilo que tu és. E é por isso que eu não te olho sempre que quero: porque tenho medo que tu tenhas o mesmo superpoder, de ver dentro do meu peito tudo aquilo que eu quero para mim.

    Tenho medo da rejeição, sempre tive. Mas mais medo tenho da tua aceitação, porque não saberei lidar com ela. Sinto que devia dar um passo em frente. Sinto que devia olhar-te, tocar-te, falar-te; mas o medo de ser correspondida é tão grande, tão grande, que me fogem as palavras, me foge o chão, me foge o coração, me foge tudo aquilo que eu preciso para me manter calma. Se me responderes, se me falares, se te dirigires a mim sequer, derreto. Nunca aconteceu isto com ninguém. Nunca fiquei sem palavras com ninguém. É por isso que sei que desta vez é diferente. O pânico de estar na mesma sala que tu deixa-me com os nervos em franja porque inicia-se o conflito interno que me domina até ao final do dia. E o pior disto tudo é que eu sei que, quando me vês, sorris, o que me deixa ainda mais nervosa. Como é que é suposto lidar com a tua aceitação? Como é que é suposto lidar com o olhar? Como é que é suposto lidar com este sentimento que eu tenho quase a certeza que seja amor?

Gostava de ser misteriosa como tu. Gostava de poder ficar no meu canto e fingir que nada estava a acontecer. Gostava de conseguir parecer assim forte, como tu, como se nada me abalasse. Já fui, um dia. Numa época em que eu era uma mulher muito diferente daquilo que sou hoje, eu era misteriosa, com todas as minhas paixões. Conseguia não corar, não sorrir, olhar e não desviar logo a seguir; conseguia manter-me firme e amar sem sequer questionar o mundo. Agora já não. Tu quebraste todo o meu mistério. Não me contenho, não sou capaz de fazê-lo nem tenho a mínima vontade de o fazer. Parece que todas as minhas barreiras protectoras se foram quando contemplaram a tua existência.

    Acredito que isto possa dar nalguma coisa. Acredito piamente nisso e acredito que nunca estive tão certa nesta vida de algo tão abstracto como isto. Mas falta o primeiro passo de todos: conhecer-te. Sei o teu nome por intermediários. Sei o que fazes da vida por intermediários. Sei por que meios amigáveis te moves por intermediários. De ti, só sei uma voz única a dizer ‘olá’. Nada mais, apenas isso. Como é que me podes ter conquistado assim, num tão só e inocente ‘olá’? Não percebo, sinceramente, como me podes ter agarrado assim, num ápice, como se fosses a maior força do universo. E nunca mais me largaste. Nunca mais quebraste este ciclo. Nunca me lançaste um olhar reprovador ou um sorriso mal-encarado, para eu desaparecer da tua vista. Nunca me deste um sinal em como me desprezas ou que não queres ter nada a ver comigo. Nunca me mostraste um 'não'. E esse silêncio é o sim tão avassalador que me leva à verdadeira loucura...

"Some people live for the fortune

Some people live just for the fame
Some people live for the power, yeah
Some people live just to play the game

Some people think that the physical things
Define what's within
And I've been there before
But that life's a bore
So full of the superficial

Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you, baby
If I ain't got you, baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you, yeah

Some people search for a fountain
That promises forever young
Some people need three dozen roses
And that's the only way to prove you love them

Hand me the world on a silver platter
And what good would it be
With no one to share
With no one who truly cares for me

Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you, baby
If I ain't got you, baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you, you, you

Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you, baby
If I ain't got you, baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you, yeah

If I ain't got you with me, baby
So nothing in this whole wide world don't mean a thing
If I ain't got you with me, baby"

sexta-feira, 1 de junho de 2018

"Trevo (Tu)", Anavitória


    Quero-te. És um sonho que caminha por entre o nevoeiro dos meus medos. És invasor de lugares desconhecidos, repleto de exotismo e, ao mesmo tempo, de uma autenticidade tão natural que parece que não existes como homem. És pó colorido de deserto mate, opaco como água e transparente como luz. És fruto da natureza, tão selvagem quanto as flores que cuido com sorrisos. És tudo ao mesmo tempo, como se nada fosse diferente. És diferente sendo tão vulgar.

    Quero-te. E atrofia-me o coração não te ter. Parece que tudo se despedaça dentro de mim quando sei que não te tenho. Vazios inteiros acumulam-se no meu peito mal alinhavado. Estou curada deste mal, mas tu... Tu recordas-me os meus tempos de pano velho, aqueles tempos em que andava num farrapo, os tempos em que mal andava. Tu, um ‘meu’ distante, recordas-me um sofrimento de outrora, que pensava ter já esquecido. Mas, de repente, tudo volta. E tudo vai, subitamente, da mesma forma como veio. ‘Vai’ e ‘vens’ que me assustam e que me apaixonam ainda mais.

    Quero-te. Explode-me o peito só de te imaginar meu. Enche-me a cabeça só de te sentir meu. Quero ter os teus ‘bons-dias’ junto aos meus lábios. Quero o teu olhar a repreender as minhas atitudes. O teu beijo no meu pescoço. Os teus braços na minha cintura, nas minhas costas, nos meus ombros. Quero sentir o teu peito bater junto ao meu. Quero-te a meu lado. Quero ouvir a tua voz sem pensar nas horas. Quero descobrir cada cor dos teus olhos. Quero conhecer-te as expressões, as manhas e manias. Quero o teu riso mais estranho, as tuas marcas de nascença, as tuas irritabilidades. Quero descobrir-te a alma.

    Quero-te. O teu olhar arranca-me as flores do peito. As minhas mãos invejam as tuas de cada vez que as levas ao cabelo de outro mundo. As tuas costas provocam-me; trazem-me ao de cima uma louca espontaneidade que não tenho; criam um conflito entre o bom senso de estar em público e o prolongado abraço que te quero dar e que enceno mentalmente, vezes sem conta. O teu ar maduro e adulto, subtilmente brincalhão, faz-me sorrir como há muito não acontecia, torna-me mais tímida e agita-me como o vento que arranca docemente as folhas das árvores. Os teus passos prendem-me ao chão, como se a gravidade fosse mais forte do que aquilo que me chama para ti. Os traços do teu corpo exaltam-me o espírito, montando-o e desmontando-o num incompleto puzzle de mil peças; como se já não bastasse eu ser naturalmente desfeita. A tua voz grossa, num tom baixo, transpira mistério e cria suspense, sugando a minha atenção como se nada mais no mundo importasse. A tua existência faz-me viver e não apenas existir.

    Quero-te. E não quero partilhar-te com o mundo. Quero ser egoísta, amavelmente egoísta. Quero roubar-te aos teus amigos, ao teu trabalho, à tua vida. Quero tirar-te do teu mundo para que te juntes ao meu, para depois voltarmos juntos para o teu. Quero entrar na tua vida mas quero-te na minha primeiro. Quero ouvir-te dizer o meu nome; quero que o digas quando estás feliz, num tom mais alto do que é normal para ti; quero que o digas cansado, tão baixo que eu mal ouça; quero que o grites, irritado, num timbre que a tua voz não permite repetir; quero ouvir o meu nome passear a tua boca como água que mata a sede. Quero repetir o teu nome até aprender a gostar dele mais do que o meu; quero repeti-lo até o sentir meu, até senti-lo nosso; quero evocá-lo entre quatro paredes, na rua, num jardim, no meu coração. Quero habituar-me às tuas rotinas, dar-te os ‘bons-dias’, ficar-te com as ‘boas noites’; livrar-te de mim durante o dia, num acto tão natural como respirar. Quero aprender a estar contigo. Quero reaprender-me a estar no mundo, contigo.

    Quero-te. E não, não quero apenas um pedaço do teu peito. Quero-o num todo, da mesma maneira que te entrego o meu. Quero-te por inteiro. Quero as tuas qualidades, os teus defeitos, quero tudo o que venha contigo e tudo aquilo que não vem. Quero o teu passado e o teu presente. O futuro, quero-o nosso. Quero decorar-te como decoro a letra de uma canção. Quero escrever-te como se fosses a minha única memória, a minha mais preciosa recordação de uma vida vazia. Quero prender-te como se me escapasses entre os dedos. Quero viver-te como se amanhã partisses e não mais voltasses. Quero-te por tudo e por nada. Quero-te por aquilo que foste e por aquilo que deixaste de ser. Quero-te assim, belo por dentro e por fora. Quero ser assim, tua, por dentro e por fora.

    Quero-te. Começo a ficar sem timidez, sem forças, sem armas para resistir a esta sensação. Quero perdê-las. Quero perder as armas, quero perder as forças, quero perder a timidez, e quero perdê-las para ti. Quero falar-te, ouvir-te, olhar-te. Quero sentir-te ao meu lado, de mão dada, de mão no bolso, ao meu lado. Quero sentir-te junto a mim, como um escudo que me protege do mundo, como um íman que me puxa para ti, como flor hipnotizante que nunca perde a essência. Quero sentir-te longe, tão distante que me faça correr para ti quando voltasses. Quero sorrir-te todos os dias, quero chorar contigo em ocasiões emocionalmente fortes, quero perder o controlo de tudo aquilo que sou, de tudo aquilo que sei que posso ser. Contigo, sempre contigo.

    Quero-te. E nem sequer te conheço...

"Tu, é trevo de quatro folhas
É manhã de domingo à toa
Conversa rara e boa
Pedaço de sonho que faz meu querer acordar
Pra vida

Ai, ai, ai

Tu, que tem esse abraço casa
Se decidir bater asa
Me leva contigo pra passear
Eu juro afeto e paz não vão te faltar

Ai, ai, ai

Ah, eu só quero o leve da vida pra te levar
E o tempo para, ah
É a sorte de levar a hora pra passear
Pra cá e pra lá, pra lá e pra cá
Quando aqui tu tá

Tu, é trevo de quatro folhas
É manhã de domingo à toa
Conversa rara e boa
Pedaço de sonho que faz meu querer acordar
Pra vida

Ai, ai, ai

Tu, que tem esse abraço casa
Se decidir bater asa
Me leva contigo pra passear
Eu juro afeto e paz não vão te faltar

Ai, ai, ai

Ah, eu só quero o leve da vida pra te levar
E o tempo para, ah
É a sorte de levar a hora pra passear
Pra cá e pra lá, pra lá e pra cá
Quando aqui tu tá

Tu...

Ah, eu só quero o leve da vida pra te levar
E o tempo para, ah
É a sorte de levar a hora pra passear
Pra cá e pra lá, pra lá e pra cá
Quando aqui tu tá

É trevo de quatro folhas
É trevo de quatro folhas é

É trevo de quatro folhas
É trevo de quatro folhas é"