Que músicas já foram comentadas. . .

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

"My Songs Know What You Did In The Dark", Fall Out Boy

ZIRA E FIRE – PARTE II

    Passaram quase quatro anos desde que Zira fora presa. Muito mudou entretanto. Lá dentro, a jovem ligou-se à colega de quarto, Layla, e não arranjou inimigos. Foi sempre discreta e nunca revelou os seus segredos, fosse do que fosse, a ninguém. Passava os dias a treinar como se ainda andasse na Academia e muitas das colegas apreciavam esse seu lado. Até chegou a dar algumas aulas colectivas, coisas básicas. De resto, só Layla sabia as razões da prisão de Zira, que não as oficiais e também só ela sabia o que Zira iria fazer quando saísse da prisão. A resposta à pergunta era sempre a mesma: “Vou voltar à vida que tinha antes de vir para aqui”. E sempre que Layla insistia, perguntado a que “vida” é que a amiga se referia, esta nunca lhe dava uma resposta.
    Cá fora, também muito tinha mudado. As notícias chegaram a Zira através de outra rapariga, Delia, que entrou uma semana antes de Zira sair. A miúda de 19 anos reconheceu Zira através da sua tatuagem das sapatilhas de ballet. As duas tornaram-se inseparáveis por conveniência: Delia contava-lhe como andavam as coisas lá fora e Zira relatava-lhe as suas aventuras nos dois lados. Os últimos dias da jovem na cadeia foram passados num treino mais intenso que o habitual. Tanto o seu corpo como a sua mente começavam a focar-se num objectivo mais concreto. O fim aproximava-se…
    Faltavam catorze meses para concluir a pena quando Zira foi libertada por “bom comportamento”. A jovem ria-se cada vez que pensava na expressão: Bom comportamento, dizem eles… Eles nem fazem ideia do que eu sou capaz… A primeira coisa que fez foi caminhar até à cidade, onde, por dois dias, se tornou carteirista e dormiu na rua. Quando já tinha dinheiro suficiente, começou a executar o plano que delineara nos 46 meses de prisão que vivera. Cortou o cabelo, que entretanto crescera, da mesma maneira que o tinha cortado quando se tornara parceira de Fire. Comprou roupa desportiva, justa e preta, e recuperou as velhas sapatilhas de ballet, que guardara numa pequena arca, na cave do apartamento onde morara. Pegou na roupa velha que encontrou e deu-lhe um novo destino: doou-as, anonimamente, ao orfanato onde crescera, para que fossem usadas por quem precisasse. Depois de arranjado o guarda-roupa completo, Zira procurou um sítio onde pudesse pernoitar sem ser incomodada. Descobriu uma carrinha pão-de-forma numa sucata e comprou-a com algum do dinheiro que lhe restava. O que sobrou foi para pagar aos donos da sucata, para que ela pudesse lá manter o seu esconderijo sem denúncias à polícia ou quaisquer outros inconvenientes.
    Assim que tinha tudo organizado e estável, Zira pediu tinta preta para tecido a um dos donos da sucata. Apesar de estranhar o pedido, o velho arranjou-lhe a tinta. Numa noite, a jovem despejou a tinta numa lata grande e misturou-a com água, dando-lhe mais volume. Com um sorriso ansioso, pegou nas velhas sapatilhas e mergulhou-as por completo na tinta preta. Começava, assim, o regresso à vida antes da prisão…

***

    No dia seguinte, Zira calçou as sapatilhas, entretanto ligeiramente modificadas, e saiu à procura de um objecto que lhe fazia falta: uma arma. Entrou em contacto com o antigo fornecedor de Fire, que também a conhecia, e marcou um encontro. O homem de 32 anos surpreendeu-se quando viu Zira entrar no seu refúgio; não por estar diferente do que ele conhecia, mas por estar ainda melhor. Ela disse-lhe que queria uma arma específica e, assim que ele lha deu, Zira bateu-lhe na cabeça, deixando-o inconsciente. Quando o homem acordou, assustou-se: estava preso a uma cadeira, descalço, com fios eléctricos por todo o lado, mas dentro do seu próprio refúgio. Zira estava à sua frente, com um sorriso maníaco, balançando a nova arma na mão direita. Depois de cumprimentar o homem, ordenou-lhe que lhe contasse tudo o que acontecera desde que ela tinha sido presa. Após vários momentos de tortura, que incluíram tiros, electricidade e pancadaria, o homem revelou toda a organização que entretanto crescera: Fire era agora o chefe principal, dirigindo subordinados e equipas, zonas e transacções; tudo o que o senhor Montague fazia antes de ser assassinado por… Fire. Foi assim que ele ascendeu, então…, pensou Zira, sorridente. Antes de sair do refúgio do fornecedor, a jovem telefonou para a polícia, dizendo que lhes deixara um pequeno presente, indicando a morada e desligando o telefone antes que a secretária pudesse dizer alguma coisa.
    Continuou a percorrer o caminho hierárquico na organização até chegar a Fire. Adaptou-se rapidamente ao calçado simbólico, que unia o passado ao presente, e sorria por isso. Pelo caminho vingativo, deixava “presentes” à polícia local: criminosos amarrados a cadeiras, pilares ou até tubos de esgoto, feridos com marcas de fortes golpes e um ou dois tiros, mas sempre vivos. Ao seu lado ou à sua volta, estavam também dispostas provas dos crimes de que eram autores: fotos, papéis, o que fosse que os mandasse para a prisão. No meio disso tudo, Zira também deixava um bilhete para a detective Grace, onde constava apenas um coração desenhado – uma espécie de assinatura. Demorou pouco mais de um mês para Zira encontrar a sede de Fire. Era um armazém na zona industrial, que lhe fazia lembrar os tempos em que namoravam. Feita a descoberta, Zira foi visitando o armazém, secretamente, tentando perceber como funcionava ali a logística: quantos homens, quantas mulheres, quantas armas, quantas hipóteses. Zira percebeu que Fire passava lá as noites, o que dava a entender que tinha lá um quarto. A jovem também sabia algo que realmente a incomodava: Fire arranjara uma nova parceira oito meses depois da ex ter sido presa. Pior ainda era que a nova alfa adoptara um nome muito parecido ao de Zira: Kira. E nem sequer tem nada que dê para agarrar…, resmungou a jovem depois de ver a miúda, vezes sem conta. Decidida a amedrontar a rapariga – e toda a organização – Zira planeou a sua chegada ao pormenor. Uns dias depois, desencadeou a sua última tarefa…
    Numa manhã solarenga, Zira levantou-se da “cama” que o banco da carrinha pão de forma proporcionava e vestiu-se como de costume, mas, desta vez, optou por não levar a arma. De mente e espírito aberto, percorreu a estrada até ao armazém de Fire e, sem mais nem menos, entrou com ar possante, escancarando as duas grandes portas. Um “guarda” – o miúdo não devia ter mais que 16 anos – deu o alerta, apontando a arma a Zira, que parou a olhar para ele, com um sorriso sedutor. No piso térreo, surgiram vários rapazes/homens e três raparigas, enquanto, do piso de cima, apenas apareceram dois homens, que Zira reconheceu como seus antigos subordinados, e a idiota da nova alfa, em trajes menores. Quando a viu, Zira cuspiu para o chão e sorriu, maliciosamente. Por trás da alfa, apareceu aquele por quem ela mais esperara: Fire, que fez um ar extremamente surpreendido por vê-la. Zira passou logo ao ataque.
    — Não faças essa cara, porque eu sei que tu sabes que eu vinha... – Fire não respondeu nada, nem mesmo quando a sua parceira o olhou, indignada. – Tiveste saudades? – Riu-se a jovem, cativante. Fire derreteu-se.
    — Queres subir? – Todos os membros olharam para Fire, atónitos.
    — Nem me apresentas, querido? – Provocou Zira, começando a andar em direcção às escadas.
    — Quem é esta? – Atirou Kira, virando-se para Fire.
    — Zira K.. – Respondeu Zira, de repente e bem alto. – Reconheces? – Kira fitou, com espanto, a ex-alfa, tal como os membros mais novos do gang.
    — Tu nem me deixas falar, Z.. – Brincou Fire, chamando a ex pela alcunha de namoro.
    — Oh, já me conheces! – Alinhou Zira, quando se aproximou do casal. – Estou a ver que tens uma boneca nova… – Comentou, olhando Kira de cima a baixo.
    — A boneca tem nome! – Resmungou Kira, com raiva.
    — A boneca fala, que engraçado... – Cuspiu Zira, levantando a sobrancelha e rindo. Fire riu-se também, o que abalou um pouco a posição de Kira. – Ela é boa na cama?
    Toda a gente fitou Fire: Zira estava a jogar um jogo perigoso. Desarmar a alfa em frente ao gang inteiro e daquela maneira era uma estratégia que podia revelar-se contrária ao que deveria ser. Mas Zira nem vacilou. Ela sabia que não havia ninguém melhor que ela para Fire, fosse no que fosse. A resposta saiu dos lábios do chefe de uma forma muito natural.
    — Nem te chega aos calcanhares. – Kira fez um ar desolado quando Fire respondeu à pergunta.
    — Eu sabia. – Sorriu Zira.
    — Se sabes que és a melhor, porque é que perguntas? – Riu-se Fire, desviando Kira e aproximando-se de Zira.
    — Porque há pessoas que não sabem… – Provocou Zira, beijando Fire com fogosidade. – Precisamos de falar. Vamos para o teu quarto? – Fire nem respondeu; apenas entrou com Zira no quarto e fechou a porta, deixando tudo e todos.
    Ninguém queria acreditar no que acabar de acontecer, principalmente Kira, que vira a sua autoridade questionada por uma ex-alfa, que só tinha fama. Mas bem, tendo em conta o sucedido, a fama era-lhe merecedora…
    Zira passou o dia inteiro com Fire, a fazer mais do que apenas “falar” – os gritos de prazer de ambos ouviam-se a milhas – e, no fim do dia, Zira ainda teve a lata, segundo Kira, de dar ordens a subordinados seus e sair impune. Inconscientemente, todos sabiam que ela voltaria e, da próxima vez, viria (ainda mais) armada.

***

    Finalmente, chegara o dia D. Enquanto o sol esteve no alto, Zira preparou-se para a “festa de logo à noite”, como lhe chamou, e, ao final da tarde, pôs-se a caminho do armazém. Enquanto todos dormiam – excepto os jovens guardas – Zira subiu ao telhado e disparou contra eles, com soro tranquilizante, deixando-os adormecidos. Depois, voltou a descer e entrou, em silêncio. Foi percorrendo as salas e quartos, neutralizando toda gente que encontrava, levando-os, depois, para um canto da entrada do armazém. Ainda ninguém dera o alarme. Assim que reunira todos os membros do piso térreo, Zira passou para o piso superior, com muito mais cuidado. Os treinos que fizera na cadeia mostravam-se essenciais nas manobras que executava. Ao fim de uns minutos, só restavam Fire e a outra. Zira entrou no quarto, silenciosamente e com a atenção redobrada. Quando olhou para a cama, sorriu, maliciosamente. Fire continuava a dormir nu. Já a outra… Estava com uma camisa horrível e estava de costas para Fire, toda encolhida. É mesmo idiota…, pensou Zira, revirando os olhos. De seguida, apontou-lhe o tranquilizador e disparou, repetindo o mesmo com Fire.
    Quando todos acordaram, tiveram reacções diferentes: os mais novos entraram em pânico, enquanto os mais velhos procuravam uma saída e outros nem reagiam. Todos estavam na mesma situação: atados a cadeira, pregadas ao chão, apenas com a roupa que tinham no corpo que, no caso de Fire, era nenhuma. Havia uma carrada de papéis espalhados meticulosamente no chão, juntamente com fotografias e outros objectos.
    — O que é que estás a fazer, Zira? – Perguntou Fire.
    — O que é que te parece? – Contrapôs a jovem.
    — Que nos vais matar a todos? – Tentou Fire, em tom de brincadeira. Os mais novos fizeram um ar ainda mais assustado.
    — Estás parvo? – Riu Zira. – A boneca deu-te cabo dos neurónios, estou a ver…
    — Já te disse que a boneca tem nome! – Respondeu Kira, balançando-se na cadeira.
    — Tu ainda não percebeste que eu não quero saber do teu nome para nada, pois não? – Retorquiu Zira. – O teu nome não interessa a ninguém e não é por ser parecido com o meu que vai ser lembrado por alguém. Vê se cresces, miúda. – Riu-se a jovem.
    — Querida, vais responder? – Insistiu Fire. Kira bufou de raiva.
    — Vou meter-vos a todos na prisão, que mais poderia ser? – Retorquiu Zira, brincando com a arma.
    — E como é que vais fazer isso? – Continuou o alfa.
    — Fácil. Vou deixar-vos aqui, telefonar para a polícia e... Talvez encomende uma pizza para assistir ao espectáculo. – Sorriu Zira, com naturalidade.
    — Amor, o que é que ganhas com isto tudo? Vais voltar para a prisão de qualquer das maneiras…
    Zira aproximou-se de Fire e sentou-se no seu colo, de frente para ele. Com uma perna de cada lado, pressionou-se contra o seu colo, seduzindo o corpo do amante com subtileza, que correspondia com paixão da maneira que podia. Com as mãos, agarrou o cabelo de Fire e puxou-o, inclinando-lhe a cabeça para trás, num acto quase selvagem, enquanto lhe beijava o pescoço. Quando chegou aos seus lábios, parou e olhou-o nos olhos.
    — Só preciso desta vingança. Nada mais me interessa. – Disse Zira, num tom sinistro.
    Fire não conseguiu dizer nada. Aliás, nem conseguiu reagir. Ele realmente tinha mudado aquela rapariga e a prisão ainda a tornou mais perigosa. Ela era uma obra de tarde, a sua obra de arte, e, agora, virara-se contra ele. Tal como o chefe, ninguém foi capaz de proferir uma única palavra. Ninguém disse nada enquanto Zira telefonava para a polícia e escrevia o bilhete para a detective. As vozes só surgiram quando os olhos viram Zira despejar gasolina pelo armazém, à volta do pequeno círculo de criminosos e provas. Ele não ligou a nenhum grito; era óbvio que ela não os ia queimar, nem a eles nem às provas. Apenas lhe apeteceu pôr tudo a arder; deixava-a com o sentimento de missão cumprida. Pouco tempo depois de estar a arder, Zira saiu, permanecendo, na rua, à espera das autoridades.

***

    — Não te percebo, sinceramente... – Riu-se Layla, assim que viu Zira entrar, de volta, na sua cela. – Não disseste que ias voltar à tua vida antes de vires para aqui?
    — E voltei. – Retorquiu Zira, com a maior das tranquilidades. – Antes de vir para aqui, era criminosa. E, agora, estou de volta.
    — Porquê? Podias ter gozado a vida lá fora como deve ser…
    — Chama-se viver de consciência tranquila, Layla. Devias experimentar. – Riu-se Zira.
    — “Consciência tranquila”? – Gozou Layla.
    — Também conhecida como “vingança”. – Acrescentou Zira, deitando-se na cama, de barriga para cima.
    — E vê lá onde é que isso te levou… – Constatou Layla, sentando-se ao lado de Zira.
    — Era tudo o que eu precisava…
    — O quê? Vingança?
    — Sim… Vinguei-me… Era só disso que precisava… Tudo o resto, é um extra…
    Zira fez um sorriso malicioso. Sabia bem, a vingança…



FIM

"Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.
Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.

B-B-B-Be careful making wishes in the dark, dark
Can't be sure when they've hit their mark
And besides in the mean, mean time
I'm just dreaming of tearing you apart

I'm in the de-details with the devil
So now the world can never get me on my level
I just gotta get you off the cage
I'm a young lover's rage
Gonna need a spark to ignite

My songs know what you did in the dark

So light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
I'm on fire

So light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
I'm on fire

Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.
In the dark, dark
Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.
In the dark, dark

All the writers keep writing what they write
Somewhere another pretty vein just dies
I've got the scars from tomorrow and I wish you could see
That you’re the antidote to everything except for me, me

A constellation of tears on your lashes
Burn everything you love, then burn the ashes
In the end everything collides
My childhood spat back out the monster that you see

My songs know what you did in the dark

So light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
I'm on fire

So light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
I'm on fire

Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.
In the dark, dark
Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.
In the dark, dark

My songs know what you did in the dark
(My songs know what you did in the dark)

So light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
I'm on fire

So light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
Light 'em up, up, up
I'm on fire

Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.
In the dark, dark
Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa.
In the dark, dark

Oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa, oh, oh, whoa"

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